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Bootstrap o framework de front-end

O que é Bootstrap?

Quem trabalha com programação, principalmente com front-end, sabe que não é nada fácil iniciar qualquer projeto do zero.

É preciso gerenciar todas as funcionalidades, design e, ainda por cima, garantir que o acesso trará a mesma experiência em qualquer dispositivo.

Para reduzir todo esse trabalho existe o Bootstrap.

Considerado o framework mais popular do mundo, permite construir sites responsivos de forma rápida e prática.

Totalmente gratuito, conta com modelos e estilos editáveis, facilitando e agilizando a criação de layouts.

O seu sucesso pode ser comprovado através dos números. Atualmente, existem mais de 17,5 milhões de sites que utilizam o Bootstrap!

O que é Bootstrap?

Trata-se de um framework voltado para o desenvolvimento web. Ele é composto por uma série de códigos que se relacionam entre si para disponibilizar funcionalidades específicas.

O Bootstrap é utilizado principalmente por programadores front-end, visto que oferece recursos que simplificam e agilizam a criação de sites.

Mesmo algumas das tecnologias mais novas, responsáveis por uma revolução no desenvolvimento front-end, se integram com ele, como:

  • React
  • Angular
  • React
  • Vue.js

O seu uso não é obrigatório. Porém, sem ele, iniciar um projeto do zero envolve pensar em diversos dispositivos, todas as resoluções possíveis, animações e formulários.

Foi justamente por simplificar esses processos que o Bootstrap se tornou tão popular.

A sua ideia é facilitar a vida do desenvolvedor front-end e resolver problemas comuns do cotidiano, sem contar que ele é simples de aprender e customizar.

Além disso, possui componentes e plugins prontos para serem usados nos projetos. Ganhando, assim, tempo e produtividade.

Quando surgiu o Bootstrap e como ele evoluiu até os dias de hoje?

Quando o framework foi criado, não tinha a pretensão de ser o que é.

Na verdade, ele surgiu como um projeto interno do Twitter, visando padronizar o desenvolvimento dentro da própria empresa.

Inclusive, seu nome original era Twitter Blueprint.

No meio do projeto, porém, percebeu-se que a solução poderia ajudar muito mais gente – além da equipe do Twitter.

Logo, em 19 de agosto de 2011, o já rebatizado Bootstrap foi liberado na sua primeira versão, já open source.

De lá para cá, muita coisa evoluiu.

No Bootstrap 2, lançado em 31 de janeiro de 2012, por exemplo, a grande mudança foi a implementação de Grid Layout de 12 colunas.

Este é um componente essencial para design responsivo, pois se adapta a diferentes tipos de tamanhos de tela e pode ser ajustado conforme a necessidades do layout.

Em agosto de 2013, foi a versão 3 que surgiu com duas novidades:

  1. Mobile First: Esse conceito afirma que todo site, sistema ou projeto web deve ser projetado e executado inicialmente pensando em dispositivos móveis. Só depois que deve ser adaptado para desktop;
  2. Flat Design: É um movimento do design do tipo “menos é mais”. Ele elimina elementos visuais e detalhes em excesso e cria um ambiente minimalista, dando espaço para simplicidade, funcionalidade e clareza.

Já a 4ª e última versão trouxe, entre as atualizações, a migração para o SASS e o suporte ao Flexbox.

Quais as vantagens do Bootstrap?

Esse framework oferece diversas vantagens para programadores e designers.

A mais conhecida é o fato de facilitar a criação de layouts responsivos.

Isso significa que todos os programas poderão ser utilizados em qualquer dispositivo – sem perder conteúdo ou qualidade visual.

O aumento da produtividade é outro destaque. Como não é preciso criar layouts do zero, acelera o desenvolvimento dos projetos web.

Suas funcionalidades também são um grande atrativo. O Bootstrap possui diversos componentes gratuitos e editáveis que simplificam o processo de criação, como:

  • Formulários;
  • Tabelas;
  • Botões;
  • Tipografia;
  • Menu dropdown.

Além disso, o framework conta com diversos plugins integrados, descomplicando de vez a criação do front-end.

Vale a pena usar o Bootstrap?

Apesar das diversas vantagens do Bootstrap, ainda existem designers que são resistentes a ele.

O argumento para tal dúvida é o medo de que, por se tratar de uma ferramenta com funcionalidades prontas, o processo de criação ficaria limitado.

Mas não é bem assim que acontece.

Na verdade, o desenvolvimento front-end envolve uma série de códigos que esse especialista pode não estar acostumado a utilizar – por se tratar de algo relacionado a linguagens de programação, cujo foco é do back-end.

Logo, o Bootstrap surge como uma alternativa para que designers e desenvolvedores falem a mesma língua e consigam entregar um material de qualidade.

O framework permite criar diversos tipos de layout com padrões de tamanho específicos.

Desta forma, não é preciso se preocupar com as quebras que podem ocorrer ao visualizar em desktop, tablet e versões mobile.

Consequentemente, o designer consegue criar novos projetos com mais agilidade. Isso permite a entrega de uma quantidade maior de soluções em menos tempo.

É importante destacar que, além do Bootstrap, existem outros frameworks disponíveis no mercado. Seus principais concorrentes são:

  • Foundation;
  • Materialize.

O Bootstrap é uma das principais ferramentas para gestão de projetos web disponíveis no momento.

Desta forma, pode-se dizer que ele oferece o que você precisa para ser um programador front-end e entregar materiais de qualidade.